Para hoje fica o muito recomendável Nebraska (1982) do Bruce Springsteen. Um álbum sobre viagens por excelência. Viagens que quase sempre soam a uma viagem forçada por circunstâncias da vida.
Como é difícil destacar uma música, destaco duas, ainda que ache que o disco funciona melhor como um todo.
Como é difícil destacar uma música, destaco duas, ainda que ache que o disco funciona melhor como um todo.
Curiosidade: Foi por este álbum que comecei a ouvir o Springteen. Até então não percebia porque era idolatrado nos EUA. E foi uma grande surpresa. Depois a confirmação veio com o Born to Run (1975) e a afirmação como um dos meus compositores americanos favoritos veio com aquele que é talvez o meu disco preferido dele actualmente, The Wild the Innocent & the E-Street Shuffle (1973). Infelizmente perdi a sua recente actuação em Lisboa, tal como tinha perdido o Bob Dylan e o Neil Young, quase parece bruxaria.
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